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segunda-feira, 2 de março de 2015

Pilates acrobático - Você conhece os riscos?

O Pilates acrobático está cada vez mais presente nos estúdios de todo o mundo e tem sua origem nos movimentos desenvolvidos pelo criador do Método Pilates, Joseph Humbert Pilates. É uma modalidade que está sob a influência da arte circense, com a qual Joseph teve contato, quando jovem. Essa modalidade tem como principais características: padrões com menor base de apoio, suspensão e exercícios assimétricos de grande amplitude de movimento. Essa característica de suspensão gera o que chamamos de movimento flutuante, marca do Pilates acrobático.
Os exercícios possuem três pontos importante em sua execução - a beleza, o desafio e o risco. Essa tríade é geradora de padrões que motivam os adeptos do método, contudo, não existe, muitas vezes, a percepção dos riscos.
A beleza é notória, visível e extremamente convincente. Ou seja, ao praticar o Pilates acrobático, o aluno busca realizar o exercício de forma perfeita, a fim de exibir sua beleza. Contudo, esses exercícios são avançados e requer força máxima e consequentemente, recrutamento neuromuscular submáximo. Apesar da execução exibir uma fluidez e leveza, quem o vê não tem a percepção do grau do esforço global para realização desse padrão, por ser extremamente belo e leve, o que aumenta assim, os risco para um aluno básico.
São padrões indicados para alunos avançados e sob a supervisão do instrutor durante toda a execução do movimento e não apenas na posição final do movimento. A beleza dessa modalidade está na projeção dos membros inferiores e superiores para longe do centro, com isso, gerando movimentos com grande amplitude de movimento.
O desafio, a professora diz de forma categórica, que a modalidade é desafiadora devido à pequena base de apoio, com execuções sem gerar sobrecarga em estruturas essenciais, como a coluna cervical. Durante toda a execução, o desafio é manter o centro em atividade, ou seja, os músculos estabilizadores, em especial os grandes estabilizadores, transverso do abdômen, os multífidos e glúteo máximo em isometria para estabilizar o compartimento lombo pélvico e as articulações sacro ilíacas durante os movimentos.
O desafio ainda é controlar a respiração durante padrões tão complexos. Durante as grandes alavancas, deve-se manter a expiração forçada para potencializar a ação do transverso do abdômen. Então o desafio da modalidade fica por conta da estabilidade lombo-pélvica e a manutenção da sobrecarga do tronco na cintura escapular e nunca na cervical durante exercícios que requerem apoio na cabeça o que exige extensão máxima da cervical.
Os riscos sempre aparecem em maior proporção, quando os exercícios são executados sem a supervisão de um professor. Os exercícios acrobáticos são padrões que não podem ser feitos simplesmente realizados olhando uma foto, eles precisam de supervisão, para serem executados sem risco. A profa Eliane Coutinho alerta que, sem a devida supervisão, é possível ocorrer lesões sérias, como contusões, distensões, fraturas e até tetraplegia transitória, durante os exercícios de suspensão, por quedas do equipamento.
As lesões geralmente ocorrem por força insuficiente, e podem causar lesões irreversíveis, por isso deve-se ter extremo cuidado ao realizá-los, visto que muitos exercícios ficam com a cabeça projetada para baixo, ou seja, no momento de uma queda, a primeira parte que sofre o choque é a cabeça e em segunda a coluna cervical.
É necessário que, em todos os exercícios de suspensão ou de flexão máxima de tronco, o aluno tenha força muscular suficiente para realizar todo o padrão. Não basta gerar força para fazer um repetição; é preciso ter força e resistência para realizar todo o movimento e suas repetições, do início ao fim. A força e a resistência não sendo suficientes para toda a sequência, é a prova cabal de que o sistema neuromuscular do aluno, não encontra-se pronto para esse nível de exercício.

O riscos também ocorrem quando o professor não está capacitado técnica e metodologicamente para ensinar ao aluno a modalidade. Não basta a ele, conseguir executar o padrão: ele deve explicar, passo a passo, como realizar; onde deverá ser a concentração de força; como será o controle e a velocidade desse padrão.

fonte: Prof Dr Eliane Coutinho- fisiociencias

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Pilates fortalece a coluna e combate os sintomas da Hérnia de Disco

Um dos problemas enfrentados pela sociedade moderna é o acometimento de dores nas costas. Normalmente, elas são causadas pela permanência em postura inadequada por longos períodos diariamente. Entretanto, outros fatores são responsáveis pelo surgimento dessas dorzinhas chatas como a obesidade, sedentarismo e até mesmo o estresse.
 
Quando as dores nas costas se agravam podem dar origem à situações mais graves como a hérnia de disco, um problema caracterizado pela ruptura na parte denominada anel fibroso do disco intervertebral. “O disco intervertebral está localizado entre duas vértebras situadas na coluna vertebral e ele é responsável pela estabilidade da coluna”, afirma o fisioterapeuta Helder Montenegro.
 
O especialista em coluna vertebral, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna – ABRColuna e diretor do Instituto Pilates, descreve que essa fissura no anel fibroso acaba contribuindo para a saída do núcleo pulposo. “Quando ele sai gera a compressão das raízes cervicais que atuam na inervação de membros superiores”, descreve.
 
Diante disso, a hérnia discal pode dar origem à dores intensas que afetam não apenas a coluna. Mas, a dores no braço ou na perna, formigamento nos pés ou nas mãos, dormência nos braços ou nas pernas, diminuição de força e atrofia de musculatura. “A hérnia mais frequente atinge a região lombar, entretanto, pode atingir outras áreas da coluna”, informa Montenegro.
 
Pilates ajuda no tratamento da hérnia de disco

 
O Pilates é um aliado de quem sofre com dores na região lombar. Isso porque, o método ajuda a fortalecer a musculatura evitando lesões e ainda atua na prevenção de doenças. “O trabalho com o Pilates é realizado através da estabilização da coluna. Sendo assim, o objetivo é aumentar a força dos músculos profundos, pois eles são responsáveis pela posição adequada tanto das vértebras como dos seus componentes articulares”, explica o especialista.
 
De acordo com o fisioterapeuta, o Pilates é um método que trabalha o condicionamento físico e mental dos indivíduos. “Os exercícios podem ser realizados sem restrições, desde que sejam previamente orientados por um especialista. Essa atividade promove um maior equilíbrio postural e ainda alonga a musculatura em geral. Assim, diminui tensões na coluna vertebral, o que causa um alivio de pinçamentos  e compressões dos discos”, finaliza Helder.
 
SOBRE O FISIOTERAPEUTA
 Dr. Helder Montenegro, fisioterapeuta, especialista em coluna vertebral, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna – ABRColuna, diretor do Instituto Pilates.
FONTE/AUTOR.: STEFANE BRAGA

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Celulite, há salvação!!!

Em maior ou menor grau, poucas mulheres conseguem escapar dela. A celulite, também conhecida como "pele de laranja", é extremamente difícil de evitar. Mas existem tratamentos específicos para o seu controle, que afinam a pele e devolvem firmeza. Leia sobre essas armas!




O que é a celulite? A celulite ou a lipodistrofia é uma alteração estética que forma uma camada de gordura constituída de adipócitos (células de gordura ou adiposas). Podem ser maiores ou menores, dependendo da pele. Os adipócitos comprimem os vasos sanguíneos e linfáticos, o que causa uma má eliminação de toxinas e líquidos. Essa acumulação provoca a formação de tecido gorduroso transformando o aspecto da epiderme em algo "esburacado", com esse aspecto de "casca de laranja".
A celulite é o resultado da combinação de diversos fatores:
* Má alimentação: a quantidade e a qualidade dos alimentos ingeridos influenciam na absorção de gordura pelo organismo.
* Circulatório: quanto mais a circulação sanguínea e linfática funcionam mal, maior o risco de aparecer a celulite.
* Muscular: a tonicidade dos músculos tem por efeito regular a camada de gordura.
* Genético: certas pessoas apresentam um desequilíbrio entre a lipólise (fonte de gorduras) e a lipogênese (estocagem de gorduras).
* Hormonal: O equilíbrio de estrogênio e progesterona são os hormônios que definem a repartição de gorduras no corpo: cada episódio da vida hormonal (puberdade, gravidez, uso de anticoncepcional) causa variações.


Graças a estudos científicos, sabemos hoje em dia que não existe "a celulite", mas sim três tipos dela:
A celulite gordurosa ou adiposa: O excesso de estocagem de gordura domina. Geralmente é o caso de mulheres que sofrem de sobrepeso. Suas zonas de ação: o abdome, as coxas, ancas e joelhos.
A celulite aquosa: Um problema de retenção de líquidos aliado à uma má circulação normalmente acontece em mulheres mais magras, mas com pernas pesadas e com excesso de gordura.
A celulite fibrosa: É uma disfunção do colágeno. Essa forma de celulite é densa, dolorosa e localizada. É a mais difícil de tratar.
Os tratamentos são avaliados de caso a caso:
Celulite adiposa:
Para exercitar-se, pratique esportes como a natação e caminhadas.
Alimentação: fique atenta ao peso e empenhe-se em estabilizá-lo. A atividade física ajuda a perder massa gordurosa, e, junto com ela, a celulite. Dê preferência aos produtos frescos e corte definitivamente esses tipos de gorduras: saturadas, cruas, trans e colesterol. Evite frituras, manteigas, pratos industrializados, refrigerantes, bolos e doces. Use somente óleo de canola.
Celulite fibrosa:
Pratique esportes dentro d'água, como a hidromassagem, que estimula retornos venosos e linfáticos. Bicicleta, natação, Pilates, yoga e alongamentos são também recomendados.
Alimentação: coma frutas, legumes e fontes de proteína: peixes, frutos do mar etc. As vitaminas C e E são recomendadas, bem como os minerais tais como o zinco e o selênio. Descarte sucos prontos ou com açúcar.
Celulite aquosa:
Pare agora de fumar! O tabaco exerce um efeito muito negativo em nossa circulação, o que favoriza o acúmulo de células adiposas e a retenção de água.
Alimentação: coma frutas vermelhas para proteger suas células venosas. O leite e a cebola ajudam a estimular a circulação. Evite o consumo de sal, o que favorece a retenção de água. Diga adeus às carnes, batatinhas, azeites, queijos e produtos industrializados ricos em sal. Beba muita água: o equivalente a um litro e meio por dia, ao longo de um dia. Pratique esportes que enrijeçam as pernas e os músculos inferiores.

Em qualquer caso, lembre-se. procurar um nutricionista e um profissional de educação física é indispensável!


domingo, 4 de janeiro de 2015

Benefícios e cuidados com o uso de bolas fitness

As bolas se tornaram um excelente instrumento nos treinos físicos. Cada modelo tem sua função, mas o principal é dificultar o exercício, aumentando e potencializando os resultados.
Danielle Della Nina, educadora física e instrutora de Pilates, explica que o trabalho com bola teve início na fisioterapia, nos processos de reabilitação motora e entrou no circuito de atividade física com o surgimento das modalidades funcionais. “Alguns treinos a utilizam como equipamento, como no trabalho de CORE 360° [sistema de treinamento funcional], na aula de Pilates, no alongamento e em aulas de abdominal”, cita.

As bolas podem ser utilizadas tanto na reabilitação, nas academias e nos estúdios de personal trainners, quanto nos treinos funcionais. “Cada bola tem diferentes funções e é uma excelente ferramenta para diversificar e estimular o aluno, deixando a aula mais atrativa”, comenta o educador físico e personal trainer Gabriel Gianetti.
Ele cita coordenação motora, equilíbrio, potência, força e agilidade como algumas das capacidades físicas que podem ser estimuladas pelo uso das bolas fitness. “Cada modelo é interessante para estimular uma capacidade física diferente. A escolha de cada uma depende do objetivo da aula”, explica.
Segundo Danielle, tanto no trabalho funcional como no Pilates, a bola desempenha o papel de uma base instável. Gerando instabilidade, provoca o trabalho dos músculos estabilizadores, primeiros a serem acionados até para pararmos em pé, mesmo antes dos músculos mobilizadores. “São pequenos músculos que sustentam principalmente a coluna. A bola faz com que eles se fortaleçam, melhorando a propriocepção [localização espacial do corpo]e o equilíbrio”, detalha.
Facilitadora
Mas nem todas têm a função de gerar instabilidade. “Elas podem proporcionar diferentes posições e agir como um facilitador ou dificultador do movimento. Conseguimos utilizá-las tanto para o trabalho de força como para alongamento dos diversos grupos musculares”, afirma Gianetti.
No alongamento, a bola é usada como apoio para melhorar a performance no exercício. “Como acompanha a circunferência do corpo, ela permite fazer exercício por se adequar a esse contorno, aumentando a amplitude do movimento”, explica Danielle.
Já no Pilates, além da potencialização do trabalho do Power House - o centro de força, também conhecido como musculatura abdominal profunda -, ela desenvolve o princípio de fluidez, que trabalha um movimento contínuo. “As bolas só agregam e otimizam todos os trabalhos”, afirma a educadora.
F.L.Piton / A Cidade
Segundo Danielle, as bolas só agregam e otimizam os trabalhos
Uso não tem limite de idade
Por ser instável no primeiro contato, é preciso ter cuidado ao trabalhar com a bola para não cair e escorregar. Cada uma tem tamanho e diâmetro diferente. “Na primeira vez é ideal colocar os pés apoiados na parede até que a pessoa tenha segurança e vá evoluindo aos poucos”, diz o personal trainner Gabriel Gianetti.
“É importante ter atenção e respeitar o exercício, pois acidentes podem acontecer. Alguns exercícios requerem mais habilidade e precisam ser treinados previamente, passando por fases que os antecedem”, alerta Gianetti.
E não há idade para o uso da bola na atividade física. Com as crianças ela permite desenvolver movimentos lúdicos, trabalhar rolamento e até equilíbrio, seja colocando-a entre os joelhos ou ficando em pé sobre ela. “A base do uso da bola é um trabalho de equilíbrio. No idoso pode se desenvolver um trabalho de quadril, que vai ficando rígido e perdendo a mobilidade com o tempo, facilitando a prática do exercício”, ressalta a educadora física Danielle Della Nina.

fonte: Jornal A cidade

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Conheça famosas que fazem pilates para manter a boa forma

Izabel Goulart, modelo: “Sou uma pessoa muito ativa e me cuido bastante. Gosto e preciso praticar esporte para me sentir bem. Preciso fazer minhas aulas de Pilates e de kickboxing. Quando falto, sinto falta. É melhor a gente olhar o hoje e não se preocupar muito com o amanhã.” Entre os exercícios feitos pela top, que integra o time de angels da marca de underwear Victoria’s Secrets, está uma série de agachamentos, que fortalece coxa e glúteos.

Isis Valverde, atriz: Também é praticante do Pilates, embora tenha dando um tempo com a modalidade desde que sofreu um acidente de carro, em fevereiro. A atriz, que usava manequim 36/38 na época em que atuou na novela Avenida Brasil (2012), passou para o 34 depois que adotou a prática de exercícios de Pilates. O público teve a chance de ver o físico na minissérie Amores Roubados, exibida no início deste ano. “O Pilates me deu músculos, sem que eu ficasse com a sensação de estar inchada. Outro ponto positivo foi a minha postura, que melhorou bastante.”



Izabella Bicalho, atriz: “Amo fazer Pilates. Adoro praticar nas minhas horas vagas. Fiz as pazes com meu corpo graças a ele. Redescobri meu corpo. Pratico três vezes por semana. É muito fácil de se adaptar a ele. É uma prática boa inclusive para pessoas mais velhas. O Pilates afinou minha cintura e minha coxa. Vejo pessoas de idade – já idosos – que melhoraram da dor na coluna, no joelho. Tem exercícios para todos os gostos. Gosto dos que trabalham equilíbrio e força.”

Luiza Brunet, modelo e empresária: "Pratico Pilates desde 2008, três vezes por semana, para fortalecer braços, pernas e abdome. O Pilates mexe com tudo, a barriga fica durinha. E ainda ajuda mulheres de mais idade com flacidez no braço, que é mais difícil de enrijecer. Eu encontrei o exercício para o resto da vida.”




fonte: Revista Quem

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Se praticado incorretamente, Pilates pode causar problemas na coluna

Praticar exercícios físicos é importante para manter a saúde do corpo, conservar o peso em dia e garantir mais vigor na realização das tarefas diárias. E uma das modalidades esportivas que têm atraído muitos adeptos - principalmente as mulheres que buscam um corpo definido, porém, sem necessitar recorrer à musculação – é o Pilates.
 
O que tornou a atividade uma das mais queridinhas do momento são os inúmeros benefícios que a prática proporciona ao corpo, dentre os quais: melhora na postura, articulações mais saudáveis, controle do estresse, redução da flacidez, aumento da flexibilidade e perda de peso gradativamente.
 
Embora aparentemente o Pilates não seja uma modalidade que sobrecarrega a coluna, a prática dos exercícios de forma inadequada pode ter efeito inverso e acarretar em problemas de dores nas costas. “Uma postura mantida de forma correta durante a prática de qualquer tipo de atividade física contribui para que não ocorram lesões ou machucados na coluna, por isso, nesses casos durante o atendimento deve ter um profissional para no máximo dois alunos”, explica o Dr. Helder Montenegro, fisioterapeuta, especialista em coluna vertebral, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna – ABRC, diretor do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral e criador da técnica reconstrução músculo-articular da coluna vertebral.  
 
Realizar o alongamento antes e depois das atividades é fundamental para diminuir as tensões musculares e impedir os danos físicos. “Ao alongar-se a circulação sanguínea é ativada, contribuindo para um melhor aquecimento muscular e desenvoltura dos movimentos corporais que ficam mais soltos e relaxados. Além disso, o alongamento serve para tratar algumas lesões já instaladas no nosso corpo. Mas devemos ter muito cuidado ao alongar pessoas que tiveram crises de dor ciática associada a hérnia de disco, nesses casos o alongamento é prejudicial e poderá causar a recorrência das dores”, descreve o Dr. Montenegro.
 
No mercado existem dois tipos de Pilates: o de aparelhos e o de solo e podem ser utilizados com o intuito de fitness ou reabilitação. "Tanto no fitness como no clínico as técnicas adotadas são as mesmas em movimentos no solo ou aparelhos, onde exercícios são retirados ou modificados para atender as necessidades específicas de cada caso. Os exercício são realizados de maneira progressiva e diferenciada para cada indivíduo, como pessoas que ficaram longos períodos em reabilitação, que possuam alguma instabilidade articular e, principalmente, os que têm hérnia de disco.
 
 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Agora evangélica, Tiazinha ainda mantém a forma com Pilates



Símbolo sexual na década de 90, a atriz e modelo Suzana Alves virou evangélica e no último fim de semana foi pregar na Igreja Batista de Tambaú, em João Pessoa. Nas redes sociais, ela postou fotos na orla marítima. Mesmo com roupas comportadas a moça ainda chama atenção pelas curvas, torneadas com Pilates, que ela pratica diariamente. 



“Amor ao extremo: Jesus”, escreveu numa das legendas. Os fãs agradeceram. “Seu testemunho mudou minha vida!”, postou uma.

Suzana começou na Band como assistente de palco do apresentador Luciano Huck na década de 90. Ela era a Tiazinha, com uma máscara preta, biquíni fio dental e chicote, ela depilava com cera quente alguns dos convidados. Posou para a revista Playboy (1999) e bateu recorde de venda. Foi a segunda edição mais vendida da história da revista, perdendo apenas para a de Joana Prado, sua antiga companheira de programa, que encarnava a Feiticeira e hoje, também é evangélica.


fonte: Paraná Online

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pilates e Hérnia de disco

A hérnia de disco consiste no extravasamento do conteúdo do interior do disco (núcleo pulposo), através da camada externa do disco (ânulo fibroso). Pode ocorrer em qualquer local da coluna vertebral, porém sua maior incidência é na coluna lombar.
O quadro clínico da hérnia de disco lombar normalmente inicia como lombalgia (dor lombar localizada), evoluindo para lombociatalgia (dor lombar com irradiação para os MMII). Associado pode ocorrer as parestesias (sensação de formigamento), perda de força e de sensibilidade.


Suas causas variam desde má postura, esforços decorrentes de atividades físicas inadequadas, excesso de carga, obesidade e até predisposição genética.
Em geral as hérnias são posteriores ou póstero-laterais e acometem mais as pessoas com retificação lombar, que pela alteração da curvatura possuem um aumento da força compressiva sobre as vértebras e maior tensão do ligamento longitudinal posterior (LLP). As hérnias lombares podem ser identificadas pelo sinal de Lasegue, onde se realiza a elevação lenta e progressiva da perna com os joelhos estendidos, estando o indivíduo em decúbito dorsal. O sinal caracteriza-se positivo se a dor surgir até um ângulo de 60 graus. O sinal positivo é sugestivo de uma hérnia com compressão radicular.
O diagnóstico final depende do exame clínico e laboratorial. A escolha do tratamento, se cirúrgico ou não, considera a gravidade dos sintomas e o déficit motor. A cirurgia só é indicada quando o paciente não responde ao tratamento conservador, o que corresponde a 5% dos casos.
O tratamento conservador consiste em analgesia com o uso de antiinflamatórios e fisioterapia como o RPG e o PILATES, que atualmente está sendo muito indicado.
O Pilates tem gerado excelentes resultados devido a estimulação intensa dos músculos associados ao centro de força do corpo que sustentam nossa coluna conhecido como powerhouse (reto do abdômen, os oblíquos internos e externos, transverso do abdômen, glúteos máximo, períneo, grande dorsal e quadrado lombar). Esses grupos musculares absorvem grande parte do impacto, estabilizando, sobretudo as articulações da coluna, além de restabelecer os espaços intervertebrais através do fortalecimento e alongamento, resultando em uma maior proteção dos discos intervertebrais e alinhamento da postura adequada. Desta forma, os sintomas que tanto incomodam tem uma melhora significativa, possibilitando as praticas das atividades da vida diária e profissional de forma satisfatória e segura.

Fonte: Instituto de reabilitação esportiva e Pilates.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Pilates é uma ótima atividade para gestantes




Estudos comprovam que a atividade física no período gestacional fortalece não só o coração da mulher, mas também o do bebê. As atividades mais recomendadas nessa etapa são a caminhada, o Yoga e o Pilates que tem intensidade menor.

Além de exercitar a capacidade física, o Pilates traz tranquilidade e bem-estar, diminuindo a ansiedade, natural nesse período. De acordo com a fisioterapeuta, Juliana de Melo, a modalidade ajuda as mamães antes, durante, e depois do parto. Veja as principais vantagens:

•    Diminui as dores lombares;
•    Melhora a circulação;
•    Melhora a postura;
•    Diminui o inchaço e os edemas nas pernas, pés e braços;
•    Previne varizes, câimbras e lesões;
•    Alivia o estresse e ajuda a manter a concentração durante o parto;
•    Aumenta a consciência corporal;
•  Fortalece a região abdominal e o assoalho pélvico, ajudando tanto na hora do parto quanto na recuperação e cicatrização;




“Com a área pélvica bem fortalecida, a mamãe tem mais facilidade para realizar o parto natural, já que a consciência corporal ajuda a relaxar e contrair os músculos necessários. Após o parto a força muscular é recuperada mais rápido”, explica Juliana. Além disso, os exercícios aumentam o gasto calórico, o que ajuda a controlar o ganho de peso na gravidez e evita sobrecarga nas articulações.

Para quem já pratica Pilates, pode continuar nos primeiros meses de gravidez, com autorização médica. Já as mulheres que não praticavam exercícios ou são iniciantes no método, devem começar depois do terceiro mês de gestação. Também com autorização médica. “A partir daí a mamãe pode frequentar as aulas até o último mês, se não tiver nenhum desconforto. A única restrição é que sejam aulas individualizadas, para que a atenção seja voltada apenas para as necessidades da futura mamãe”, finaliza a especialista.


Por: Redação Sempre Materna
Ilustração/Foto: Shutterstock
Publicado em: 01/07/2013


terça-feira, 25 de junho de 2013

Pilates emagrece?


Algumas pessoas acreditam que basta subir na balança e pesar menos para que tenham perdido peso. Devemos lembrar sempre a necessidade de uma dieta equilibrada e disciplina na prática de atividades aeróbias para que percamos peso gradativamente. Entre os exercícios aeróbios estão a caminhada, carrida, natação, pular corda, pedalar, andar de patins, entre outros que contribuem muito neste processo.
O foco principal do Pilates é a consciência corporal durante os exercícios combinado com a respiração e postura. Existem outros benefícios de melhora das capacidades físicas que são mais visíveis na prática do método, como: melhora da flexibilidade, equilíbrio, coordenação motora e resistência muscular, onde podemos elaborar as sessões com estratégia de intensidade que favorecem no processo de emagrecimento, usando alguns exercícios quem elevam a frequência cardíaca do aluno.

O Emagrecimento não decorre exclusivamente da prática do Pilates, mas de uma combinação de fatores. Também depende da composição corporal do aluno, do nível de esforço e dos tipos de exercício trabalhados durante a aula. No entanto ele não é um exercício aeróbio.
Normalmente, o gasto energético com o Pilates fica abaixo do que precisamos para “queimar gordura”. Precisar a perda de calorias numa aula de Pilates é bem difícil pois as aulas tem objetivos diferentes para cada aluno, mas normalmente consideramos um média de 400 calorias por sessão, que varia conformo os exercícios realizados por cada aluno.
Outra estratégia para o gasto energético ser maior na aula é realiza-la sem intervalo de descanso, tornando a série mais intensa. A utilização de assessórios, como por exemplo o jump board, também contribui para atingir os resultados mais rapidamente.


Adaptado de: Revista alongamento e Pilates.

domingo, 9 de junho de 2013

Quanto tempo devo esperar para voltar ao Pilates após uma cirurgia?

Essa é uma dúvida muito frequente entre os praticantes de Pilates. Como deve ser o retorno aos treinos quando se faz alguma cirurgia?. A revista Pilates Style, referência do meio para os americanos, trouxe a resposta a esta dúvida. Quem responde é o instrutor Rael Isacowitz, reconhecido internacionalmente como um expert da área.



Pergunta: “Quanto tempo você deve esperar para fazer Pilates depois de uma grande cirurgia?”
Resposta: Tudo depende do tipo da cirurgia. Para a maioria das cirurgias ortopédicas – joelho, quadril ou ombros – o objetivo é retornar às atividades o quanto antes. Isso também vale para cirurgias abdominais, em que andar em casa um ou dois dias depois da cirurgia é recomendado para ajudar no restabelecimento. É claro que existem exceções, como as cirurgias na coluna, e é muito importante seguir as orientações do seu médico. Mas a essência é que se movimentar é bom.

Movimentar-se não significa necessariamente fazer Pilates, ou mais especificamente o tipo de Pilates que você estava acostumado a fazer. Em geral, o processo implica séries mais leves no início, para depois ter uma movimentação mais ativa. Essas fases devem ser acompanhadas com foco na consciência corporal e a definição correta dos músculos no padrão correto. A sequência é o fortalecimento gradual e o treinamento funcional.

Isso tudo pode ser alcançado nas sessões de Pilates. No entanto, sua rotina de treino e cada exercício precisam ser adaptados para a sua situação. Essa é a importância de treinar com um professor experiente, que saiba trabalhar com lesões e doenças, tenha uma boa compreensão do repertório que o Pilates oferece e saiba como modificar os treinos, suprimindo alguns movimentos.

É importante lembrar que o corpo precisa de tempo para se curar. Boa alimentação, exercícios, boas noites de sono e pensamento positivo ajudam muito, mas o fato é que o processo pode ser melhorado, mas não apressado. Eu cometi o erro de apressar minha reabilitação depois de uma cirurgia no ombro porque fui incapaz de aceitar que, embora com força de vontade e energia, não poderia acelerar o processo de recuperação. Eu me machuquei várias vezes pegando pesado e na verdade atrasei esse processo. Quando o tempo veio cobrar o outro ombro, eu estava muito mais cauteloso e equilibrado.

Sem dúvidas, o Pilates pode ter um papel fundamental para o nosso retorno ao dia-a-dia e nossas atividades atléticas. Certamente o fez em minhas cirurgias. Eu não teria conseguido recuperar 100% das funções dos meus ombros sem a prática. Depois de serem submetidas a fisioterapia pós-cirurgia e de voltar a suas tarefas diárias, as pessoas raramente são instruídas a continuar com outros programas de exercícios. Mesmo que recebam um treino no papel, vamos encarar, sem instrução, muitas pessoas não vão fazê-lo e, mesmo com as melhores intenções, inevitavelmente haverá consequências. Existe uma grande diferença entre executar tarefas diárias, como tomar banho e pentear o cabelo, e os exercícios (Pilates, corrida, ciclismo, natação, etc.). É para fazer essa ponte que o Pilates vem, e poucos métodos de treinamento, se houver, serão tão bons.

* Do original: “Ask the experts – How long should you wait to do Pilates after major surgery” (Pilates Style, p. 20 – Edição Mai/Jun 2013)

terça-feira, 21 de maio de 2013

A história do método Pilates

Joseph Humbertus Pilates nasceu na Alemanha em 1880. Era uma criança doente que sofria de asma, raquitismo e febre reumática. Sua determinação em se tornar fisicamente mais forte o levou a estudar várias formas diferentes de movimentos durante toda sua vida.

Desde cedo ele decidiu contrariar a sua forma debilitada, buscando nas atividades físicas uma solução para vencer seus problemas. Ele utilizou yoga, mergulho, boxe, natação, esqui e conhecimentos de Fisiologia, Anatomia e Medicina Oriental. Até os movimentos animais não fugiram das suas observações.



Em 1912, ele se mudou para a Inglaterra, dois anos antes da Primeira Guerra Mundial. Joseph Pilates ganhava a vida na Inglaterra como lutador de boxe, e foi considerado um inimigo estrangeiro, sendo preso em um campo de concentração. Pilates tornou-se, então, enfermeiro e treinou os outros estrangeiros com os exercícios de cultura física que havia criado. Iniciou o uso das molas nas camas de hospital, desenvolvendo um sistema que inspirou a criação de seus equipamentos e de seu método.

Sua técnica foi reconhecida quando nenhum dos internos daquele campo sucumbiu a uma epidemia de gripe (influenza) que vitimou outras pessoas de outros campos. Sem serem repetitivos ou extenuantes, os exercícios que ele propunha se adequavam às necessidades de cada um.

Após a guerra, Joseph retornou para a Alemanha, aperfeiçoando seu método com a Força Policial de Hamburgo. Mas, posteriormente, acabou se estabelecendo nos Estados Unidos, na cidade de Nova Iorque, abrindo um estúdio no mesmo edifício de New York City Ballet.

O seu método começou a ser praticado por importantes bailarinos que apresentavam lesões, sendo recuperados por Joseph Pilates. Logo, a técnica ganhou adeptos e se espalhou por todo o mundo.
Pilates denominava seu método de Contrologia ou Arte do Controle, que é a capacidade que o ser humano tem de se mover com conhecimento e domínio do próprio físico, apresentando uma completa coordenação do corpo, mente e espírito, utilizando princípios específicos para promover a integração entre eles, que são a concentração, centro de força (power house), fluidez, precisão, respiração e controle dos movimentos.
Independentemente da atividade, alguns elementos semelhantes sempre estão em jogo – estabilidade/ mobilidade, resistência/oposição, força de alavanca, articulação, balanceamento.

Os exercícios do método Pilates são, na sua maioria, executados na posição deitada, havendo diminuição dos impactos nas articulações de sustentação do corpo na posição ortostática e, principalmente, na coluna vertebral, permitindo recuperação das estruturas musculares, articulares e ligamentares particularmente da região sacrolombar.

Contrologia introduziu a ideia de tratar a causa da doença e tentar evitar o problema por meio de atividades que geram bem-estar.

Dos 34 movimentos do método original resultaram cerca de 500 variações, realizadas com ou sem auxílio de aparelhos.


Extraído do artigo: A importância da estabilização central no método Pilates: uma revisão sistemática. Revista Fisioter Mov. 2012 abr/jun;25(2):445-51

terça-feira, 7 de maio de 2013

Pilates alivia sintomas da TPM



Exercícios reduzem o inchaço e as dores, além de melhorarem o mau humor e a ansiedade.
 


Mau humor, cansaço, irritabilidade excessiva, insônia, dor abdominal, enjoo... a tensão pré-menstrual (TPM) assombra cerca de 75% das mulheres entre 20 e 45 anos. Mas o Pilates, atividade física que fortalece e dá mais flexibilidade aos músculos, promete aliviar estes sintomas.

A fisioterapeuta e integrante da Associação Brasileira de Pilates (Abrapi) Erica Mori explica que a atividade ajuda a mulher a enfrentar o período especialmente porque melhora o fluxo sanguíneo.

“O Pilates diminui o inchaço, melhora as alterações de humor, reduz a ansiedade, o estresse, as dores no corpo e as tensões geradas nos dias da TPM”, exemplifica.

Erica ainda explica que, por causa do trabalho respiratório que a prática exige da aluna, a endorfina (hormônio responsável pela sensação de bem-estar e prazer) é liberada pelo organismo, aliviando o transtorno da TPM.

Para sentir os efeitos da atividade, a recomendação dos profissionais é praticá-la pelo menos duas vezes por semana, durante 30 minutos. “O mais importante é a mulher manter a frequência nas aulas. Em média, depois de 15 ou 20 sessões, ela começa a perceber alguma diferença. Depois de 30, ela começa a se sentir uma nova pessoa”, explica Erica.


Além do Pilates, outras atividades simples podem aliviar o desconforto do período. “É fundamental sempre fazer algo que proporcione a sensação de bem-estar. Exercícios leves, como um passeio no parque, já ajudam o corpo a lidar melhor com a TPM”, explcia Erica.

O Pilates, além de ajudar contra a tensão pré-menstrual, também é indicado para outras finalidades. Por alongar e fortalecer a musculatura, a prática previne lesões, corrige a postura, alivia dores musculares, melhora o equilíbrio, a coordenação e a capacidade respiratória, e ainda serve para pessoas que precisam passar por processos de reabilitação física.

Fazer atividade física é essencial

Mulheres que não praticam atividades físicas regularmente costumam sentir mais os efeitos da tensão pré-menstrual. Além disso, seu fluxo menstrual geralmente é maior.

“Fazer atividade física, pelo menos duas vezes na semana, é essencial para combater todos os problemas que a TPM pode trazer”, alerta Erica.
A fisioterapeuta também recomenda que as mulheres tenham uma alimentação balanceada.

“Coma bastante verdura, legumes e frutas. Equilibrar os nutrientes ajuda o organismo. Além disso, use o mínimo de sal possível, já que ele contribui para o inchaço no período”.

fonte: portal educação física.